quarta-feira, 20 de julho de 2011

Comemoração do Dia das Mães: 1965 no auditório do IECC






Prof. Cardim diretor, D. Irene, diretora do Jardim




Visita de Leonor Mendes de Barros em 1966 no IECC

À esq. D. Irene, diretora do Jardim, ao centro D. Leonor e crianças do Jardim de Infância

D. Leonor visita a sala de brinquedos do Jardim de Infância


D. Leonor de Barros e o Dr. Adhemar de Barros aparecem em alguns eventos na escola, desde o tempo em que era prefeito, nos anos 40. Em 1941, o casal participa da inauguração do teatro da escola. Estas imagens de 1966, deve ter ocorrido no primeiro semestre do ano, já que no dia 4 de junho de 1966, Adhemar de Barros é deposto e no dia 5 de junho, do mesmo ano, Laudo Natel toma posse do governo de São Paulo.

sábado, 16 de julho de 2011

Campanha do agasalho 1966


D. Corintha Accioly, diretora, recebendo contribuições para a campanha do agasalho de 1966

Ao centro D. Corintha ( diretora) e à direita D. Carminha, assistente de direção

Crianças à caminho do palácio do governo para a entrega dos agasalhos arrecadados em campanha



À esq. D. Corintha, ao centro tocando a caixa, D. Leonor Mendes de Barros, esposa do governador Adhemar de Barros

Foto em frente ao palácio dos Campos Elíseos

D. Corintha, ao lado do sr. de óculos e alunos do primário, aguardadando o ônibus

Feira do Livro- 1967 :Alunos da 4* série F- D. Lúcia Biondo

Em 1967, os alunos da quarta série F da D. Lúcia Biondo fizeram uma visita à feira do Livro montada bem próxima ao Teatro Municipal. Os alunos compraram o livro "Os segredos de Taquara -Poca "de autoria de francisco Marins, que além de autografar o livro para os alunos, cedeu dpois uma entrevista. As fotos foram cedidas na época , por cortesia da Editora Melhoramentos, a editora deste livro.



Francisco Marins dando autógrafos.





Alunos aguardando a entrevista

Ao fundo, Teatro Municipal

O autor cumprimentando aluna, ao lado a Prof. Lúcia Biondo

Fotos: CRE Mário Covas

sexta-feira, 15 de julho de 2011

Iracema Marques da Silveira: Bibliotecária

   A professora Iracema era paulista, nasceu em 1900, em Santa Rosa do Viterbo e faleceu e, 7 de janeiro de 1971.
   Em meados de 1908 veio para a capital e estudou no colégio interno das Senhoras  Redondo do Nascimento, onde concluiu o curso primário. Ficou alguns anos afastada da escola, durante sua infância e parte da juventude, devido a um acidente que sofreu durante a infância, cursando a segunda série, que afetou seriamente seus olhos e comprometeu sua capacidade de visão. Assim que recuperou parte dela, ingressou no curso para normalistas da atual Escola Padre Anchieta e, em 1918, formou-se professora.     
   Seu pai era farmacêutico e sua irmã, Noemi Silveira Rudolfer, professora da cadeira de Psicologia da escola Normal.
   Iniciou sua carreira no magistério paulista , em 1919, ao ser nomeada para o cargo de professora efetiva do Grupo Escolar do Pari. Após lecionar em vários grupos escolares, como a Escola Prudente de Morais e o Grupo Escolar Oswaldo Cruz, foi removida para a Escola Modelo, anexa à Escola Normal ( escola primária), em 24 de julho de 1930, assumindo o cargo de professora adjunta. Em março de 1931,  
   Iracema foi transferida para a Escola de Aplicação do Instituto Pedagógico de São Paulo, conforme decreto 4.888 de 12 de fevereiro de 1931.
   Lecionou em outros grupos escolares da capital e retornou ao Instituto de educação para exercer o cargo de assistente de Geografia e cosmografia em 13 de marco de 1934. Reassumiu o cargo efetivo no ano seguinte- em 18 de marco de 1935, no Grupo escolar São Paulo ( antigo Grupo escolar da Consolação) e , finalmente, em 29 de agosto de 1936 foi declarada em comissão, sem prejuízo dos vencimentos, junto ao Instituto de educação.A partir de então, assumiu a função de bibliotecária.
   Em 5 de abril de 1939, foi designada para exercer o cargo de adjunto-bibliotecária da escola Primária, anexa a então denominada escola “Caetano de Campos”. Entretanto, somente em 7 de novembro do mesmo ano, após o terceiro aniversário do Jornal ‘Nosso Esforço”- que assumiria no terceiro número, em 1936- a secretaria de educação a nomeou para o cargo de adjunto-bibliotecária, atendendo à solicitação da diretora da escla primária Carolina ribeiro, regularizando a função que já exercia desde 1936.
   Além do trabalho que desenvolvia na Biblioteca Infantil participava, também de projetos vinculados à Diretoria de instrução Pública voltados à promoção e à difusão das bibliotecas escolares nas escolas públicas paulistas.Em 4 de setembro de 1955, foi designada para constituir a Comissão Orientadora de Literatura Infanto-Juvenil da secretaria de educação do estado. Permaneceu coordenando os trabalhos da Biblioteca Infantil “Caetano de Campos”até 20 de julho de 1966, quando se aposentou.
   A bibliotecária Iracema Marques da Silveira e a diretora Carolina Ribeiro desenvolveram projetos escolares, na escola primária e normal, dirigidos à preparação moral, cívica e higiênica das crianças e suas famílias que, de certa forma, auxiliaram n mediação dos interesses deste grupo paulista no enfrentamento das reformas educativas da década de 1930.
   Assim, investidas com a autoridade do cargo que ocupavam, reorganizaram a biblioteca escolar do curso primário, que passou a chamar-se Biblioteca Infantil “Caetano de Campos”e converteu-se num lugar que concentrou os principais projetos da escola. Nete espaço coordenaram as atividades  “ extracurriculares “- assim denominadas em documentos da época- “indispensáveis `atuação escolar (…) “( BIBLIOTECA, 1942)”. Sobretudo Iracema, responsável pela ampliação dos serviceos oferecidos aos alunos, pela conservação e guarda dos documentos escolares e pela criação de novos setores, muitos  dos quais, na prática, equiparavam-se a postos de trabalho mirins.
   Estimulados por Iracema, os pequenos que trabalhavam na biblioteca tornavam-se, de acordo com a função que exerciam “alunos-bibliotecários “, “alunos-redatores “ou, ainda, “pequenos jornalistas”, conforme denominação da época. A exemplo dos instrumentos de controle de trabalho, próprios às unidades de produção, os alunos submetiam-se ao cumprimento rígido de regras e horários, em sua função. Este fator levava os mais assiduous ao privilégio de verem seus nomes divulgados, a cada número do Jornal Infantil “Nosso Esforço ”, como compensação, pela responsabilidade que demonstraram na execução de suas tarefas. Este clima austero de trabalho e disciplina era sentido, também,nas demais dependências da escola, era com rígida disciplina que alunos e professores estavam sempre preparados para recepcionar as frequentes visitas de autoridades públicas, fazendo desta escola uma grande vitrine educacional do país.


Fonte:Ana Regina Pinheiro- tese de doutorado da Faculdade de Educação da Unicamp
Como professora em 1931

Em comemoração aos 10 anos do Jornal Nosso Esforço: ao centro a ex-aluna Ilka B. Laurito redatora-chefe no Jornal, esta ex-aluna esteve sempre presente , contribuindo em várias ocasiões da vida da escola. Ao fundo, seus colegas, as crianças são pequenos jornalistas , à esquerda D. Iracema, e à direita, de óculos, a diretora D. Carolina Ribeiro- 1946

Mesma comemoração na biblioteca infantil em 1946

Década de 1950: à direita, D. Iracema segurando projetor na sala da Biblioteca

quarta-feira, 13 de julho de 2011

Inauguração da Cantina do "Caetano de Campos "- 1969

A cantina da escola ficava no mesmo nível que o porão e era através dele que os alunos passavam de um páteo para outro. Ficava-se um tempão no caixa apara conseguir o tícket do lanche e pegá-lo no balcão, eram tantos alunos que se perdia tanto tempo lá dentro e muitas vezes assim que conseguíamos o tão esperado lanche , já batia o sinal e tínhamos que voltar para a classe. Quem não se lembra da mortadela na chapa? Que saudades! Hoje é apenas uma passagem entre os dois estacionamentos subterrâneos. Fotos: CRE Mario Covas. Quem puder me ajudar lembrando-se das pessoas que estão nas fotos, por favor escrevam! 
Sr. Jair, funcionário da secretaria da educação, de vestido florido D. Yolanda Marcucci, diretora

Na inauguração aparece fotos na cantina e no salão do anfiteatro, onde foi oferecido um coquetel.

Elga Nogueira entregando flores para D. Yolanda

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D.Yolanda ao centro, ao lado dela esposa do prof. Casa Grande e o prof. Casa Grande

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D. Yolanda, à direita

Alunas do Normal e à direita, D. Yolanda

A diretora do primário, D. Corintha ( à esq), a diretora superintendente D. Yolanda Marcucci  e algumas alunas do primário

D. Irene, diretora do primário, à esq.

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À esq, atrás, Elga nogueira, D. Carminha, D. Berta Luxemburgo ( atrás)  D. Lúcia Biondo9 com as luvas), D. Corintha, o sr. de óculos era o diretor anterior, prof. João Gomes Cardim

Suzana de Paula S. Macnair, orientadora, ao centro Elga Nogueira , D. Toni e sr. Jair da Sec. da Educ.


quarta-feira, 6 de julho de 2011

Ensaio Geral: Segundas Séries de 1972

Normalista regendo o coro da segunda série da tarde, classe da prof. Cecta Ohanian, na frente , primeira fileira: Miriam Juliana ( quinta da esq. para à direita), Nelciara ( sétima), na segunda fileira Debbie ( última da direita), Marcelo M. ( pra variar, sempre aparece!, quarto da esq p/ direita), estes colegas vieram na terceira série para o período da manhã.

detalhe da primeira foto

Outra classe de segunda série

detalhe da foto anterior -obs. :todas as fotos pertencentes ao arquivo do CRE Mário Covas

Semana Caetanista 1972-Folha de São Paulo- 17/10/72


As fotos a seguir pertencem ao Arquivo do CRE Mario Covas:
Professor Ruy Cartolano com as alunas do ginásio

Professora com alunos do Jardim da Infância


Diretor Fábio de Barros Gomes e a secretária da Educação Esther de Figueiredo Ferraz, reparem o Ubirajara, no alto à esquerda, de bigode



D. Maria Medeiros, secr. adm., à esquerda, a Secretária, D. Carmela, diretora do primário e a assistente D. Carminha


D. Carmela, D. Aracy Fortes de Almeida( assistente do prof Fábio), Prof Fábio e Secretária da Educação